Ocitocina

Ocitocina

BENEFÍCIOS NA MELHORA DAS INTERAÇÕES SOCIAIS E DOS VÍNCULOS AFETIVOS.
COADJUVANTE NO TRATAMENTO ANSIEDADE E NO TRATAMENTO DA OBESIDADE.

É um peptídeo cíclico contendo 9 resíduos de ácidos aminados. Em sua molécula, encontramos diversos grupos amida, que foram formados através das ligações peptídicas entre os ácidos aminados. Visto que o plasma sanguíneo e em grande parte composto por água, a ocitocina pode fazer ligações de hidrogênio através dos átomos de N, O e H e desta forma ser carreada. No entanto, ela não e exclusivamente carreada por solvatação no sangue, pois existem proteínas carreadoras que também transportam a ocitocina no plasma sanguíneo.

A ocitocina é um hormônio produzido apenas em mamíferos e também age como um neurotransmissor.

Ela e produzida nos núcleos paraventriculares do hipotálamo (PVC) pelos neurônios magno celulares, mas e liberada somente na neurohipofise. Tem receptores em diversos locais do corpo, incluindo o sistema cardiovascular. Possui importância fundamental no trabalho de parto e na ejeção do leite. Atua no trabalho de parto estimulando as contrações uterinas, bem como promove a dilatação do canal vaginal e afastamento da sínfise púbica. A sucção promovida pelos bebe na aureola do seio da mãe também promove a liberação da ocitocina, que tem como função ajudar na secreção do leite.

A ocitocina foi o primeiro hormônio polipeptídico a ser sequenciado e sintetizado.
Ela difere da vasopressina por dois resíduos de ácidos aminados.

A ocitocina e preparada sinteticamente para evitar uma possível contaminação com vasopressina e outros pequenos polipeptídeos com atividade biológica, que estariam presentes caso ela fosse obtida de origem biológica. A ocitocina sintética e amplamente utilizada na pratica obstétrica para induzir o parto.

OCITOCINA NAS RELAÇÕES SOCIAIS
A ocitocina e também muito conhecida como o “hormônio do amor” e “hormônio da ligação”. Estudos mostram que o hormônio esta relacionado ao comportamento social de diversos mamíferos, e pesquisadores sugerem que ele também nos influencia de modo semelhante. Parceiros estáveis e que são satisfeitos tem níveis de ocitocina mais alto. Este hormônio e liberado quando ocorre orgasmo durante o ato sexual em homens e mulheres. Existem também estudos de ele facilita o vinculo emocional entre mãe e filho e estudos que descrevem que houve aumento de pares de união em 5 % dos mamíferos estudados monogâmicos, pois quando se esta apaixonado e o contato torna-se gratificante e porque vias do cérebro estão ativadas pela ocitocina.

OCITOCINA E ANSIEDADE
Foram encontradas, em regiões cerebrais envolvidas no circuito da ansiedade, vias e receptores ocitocinergicos, o que fundamentou a hipótese de que estas podem estar relacionadas com a modulação da ansiedade. As regiões identificadas incluem o núcleo leito da estria terminal (BNST), núcleos central e medial da amígdala (AM), septo, hipotálamo e hipocampo. Existem poucos estudos sobre os efeitos da OT em modelos que envolvem comportamento, mas parece que ha a produção de OT durante situações estressantes que induzem ansiedade.

Recentemente, investigações da ação da ocitocina sob o ponto de vista fisiológico e comportamental do estresse e da ansiedade em animais tem sido realizadas.

Estímulos estressantes com um componente psicológico, tais como o nado forcado, andar em plataformas submetidas à agitação e isolamento social induzem a liberação da secreção periférica e central da ocitocina em roedores.

Estudos em humanos ainda são escassos e relativamente limitados devido à dificuldade de administração de neuropeptídios como a ocitocina, uma vez que em roedores e realizada central ou intravenosamente.

Uma alternativa pratica e viável e a administração intranasal de neuropeptídios, os quais através desta técnica são encontrados no liquor de humanos e ainda em uma variedade de regiões cerebrais em ratos. Dados iniciais utilizando a administração intranasal de ocitocina em humanos sugerem que este neuropeptídeo pode reduzir respostas hormonais e subjetivas ao estresse psicossocial.

OCITOCINA E REGULAÇÃO NEUROENDÓCRINA
Vias que são ativadas durante o estresse e que se projetam para o núcleo paraventricular (NPV) do hipotálamo são provenientes do tronco cerebral e do sistema límbico, sendo que parecem ser ativados durante o estresse físico e psicológico, respectivamente. Sabe-se que existem estruturas provenientes do sistema límbico que inervam diretamente a parte medial parvocelular do NPV, o que indica que esta região do cérebro esta envolvida com a regulação do eixo hipotalamo-hipofise-adrenal (HPA). A ativação da amígdala medial (AM), parte importante para o processamento da ansiedade, esta associada com a liberação de corticosterona e sua lesão impede a resposta ao estresse. No entanto, os fatores que controlam a regulação dos glicocorticoides (corticosterona em roedores) em resposta ao estresse psicológico são ainda desconhecidos. Sabe-se que vários neurotransmissores e neuropeptídios influenciam o eixo HPA, sendo que a ocitocina também parece estar envolvida na sua modulação, como sugerido por estudos recentes. Observações feitas durante a amamentação em ratas, as quais liberam maiores concentrações de ocitocina neste período, mostraram uma resposta neuroendócrina menor a situações estressantes, como, por exemplo, atenuação da secreção de ACTH, corticosterona e catecolaminas. A maior parte dos estudos sugere que a administração de ocitocina diminui a secreção de glicocorticoides e atenua a ansiedade.

Pesquisas recentes sugerem que a ocitocina esta relacionada com a redução dos níveis de ACTH em macacos e de cortisol em humanos quando submetidos a estímulos estressantes. Dessa forma, acredita-se que a liberação central de ocitocina diminui a ansiedade e atenua a resposta do eixo HPA a estímulos psicologicamente estressantes.

OCITOCINA E AUTISMO
Os níveis de ocitocina e deprimido em indivíduos autistas. Um dos sintomas característicos do autismo e o isolamento social e capacidade de resposta diferenciada, um comportamento marcado pelo contato visual diminuído.

Pesquisa realizada no Centro de Neurociência Cognitiva em Bron, na Franca, demonstrou que adultos com síndrome de Asperger, ou autismo, ao serem submetidos à inalação de ocitocina obtiveram melhora em suas funções. Sob o efeito da ocitocina, os pacientes responderam mais fortemente aos outros e exibiram afeto e comportamento social mais adequado, o que sugere um potencial terapêutico da ocitocina.

DOSAGEM USUAL
5 UI a 10 UI, de 1 a 4 vezes ao dia ou conforme orientação medica.


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Alfa GPC

Alfa GPC

BENEFÍCIOS

  1. Aumenta o desempenho muscular e facilita seu desenvolvimento;
  2. Promove maior resistência e explosão muscular;
  3. Promove a melhorar do raciocino, aprendizagem e a memória;
  4. Pode ser coadjuvante no tratamento de Alzheimer, principalmente se associado com Huperzine A.

Alfa GPC (Alfa-glicerofosfocolina ou, por vezes, apenas glicerofosfocolina) é um suplemento contendo colina que, embora encontrado em uma variedade de produtos alimentares que também são ricos em colina, parece ser farmacologicamente ativo em doses mais elevadas.

Alfa GPC é principalmente comercializado por ser um pró-fármaco de colina muito eficiente, capaz de influenciar as concentrações sistêmica e cerebral de colina. Alfa GPC também parece apoiar a estrutura das membranas celulares, o que não é um mecanismo comum atribuído aos pró-fármacos da colina.

A suplementação oral de alfa-GPC é de interesse para fins nootrópicos, uma vez que promove a melhora das propriedades cognitivas e atenua a taxa de declínio da cognição em idosos. Sua biodisponibilidade, quando comparada a outras formas de colina, é mais elevada sendo importante ressaltar sua capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica.

Os atletas estão às vezes interessados em Alfa GPC devido à sua capacidade de aumentar a produção de hormônio do crescimento e suas propriedades ergogênicas (melhora o rendimento desportivo). Com uma maior disponibilidade de acetilcolina no organismo a resposta do hormônio de crescimento (GH) aos exercícios físicos se torna mais significativa, as células dos tecidos musculares esqueléticas são estimuladas proporcionando maior resistência e explosão muscular. Também há uma melhora a função cognitiva, aumento da facilidade de aprendizado e combate a perda de memória e demência.

MECANISMO DE AÇÃO
Alfa GPC que serve como um precursor de acetilcolina e poderia plausivelmente afetar os mecanismos cognitivos através de um envolvimento de neurotransmissão central.

Além disso, ele pode servir como precursor para fosfolipídios, principalmente fosfatidilcolina (PC). Seu mecanismo exato sobre os efeitos neuronais função é ainda não está claro.

Alfa GPC atua basicamente aumentando a quantidade de colina disponível, que naturalmente se converte em acetilcolina. Alfa GPC entrega e quebra a colina, resultando na produção de acetilcolina como um subproduto. Há outras fontes de suplementação de colina as quais possuem efeitos similares, porém trabalham agindo como um intermediário para a produção de acetilcolina.

EFEITOS COLATERAIS
Os efeitos colaterais são principalmente colinérgicos e tendem a ser suaves: náusea, vômito, diarreia, hiperatividade e vertigem.

REAÇÕES ADVERSAS
Caso venha a surgir dificuldade para respirar, arritmia, bradicardia ou taquicardia, suspender o uso imediatamente e procurar um médico.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Embora não existem dados suficientes existe a possibilidade de interações com inibidores de acetilcolinesterase e fármacos colinérgicos.

DOSE USIAL
Suplementação: 250mg a 300mg ao dia.
Disfunções cognitivas severas: 1.000mg a 1.500mg ao dia.


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Adipogen

Adipogen

A obesidade está associada a um maior risco para doenças cardiovasculares, desta forma, a perda de peso está relacionada com uma melhora signifi cativa do perfi l lipídico, pressão arterial e glicemia. O tecido adiposo é um órgão endócrino, que atua no metabolismo e controle de diversos sistemas. Uma de suas funções é a síntese de diversas substâncias como adiponectina, glicocorticoides, TNF-α, hormônios sexuais, interleucina6 (IL-6) e leptina. Alguns hormônios são importantes no gerenciamento de peso, e estão relacionados com o apetite e o metabolismo de gordura como a leptina, adiponectina e grelina, o seu desequilíbrio pode levar a distúrbios alimentares.

A adiponectina é um hormônio secretado predominantemente pelo tecido adiposo branco (tecido gorduroso), que controla a ingestão alimentar, equilíbrio energético, protege contra aterosclerose e leva ao aumento da sensibilidade à insulina.

A grelina é um hormônio produzido predominantemente no estômago, responsável pela quebra da glicose e formação de gordura (ácidos graxos e triglicerídeos). Este hormônio também está envolvido no controle da fome, por atuar na sinalização dos centros hipotalâmicos (no cérebro) que regulam ingestão de alimento e gasto energético.

Desta forma, o controle dos níveis destes hormônios se mostra como uma maneira eficaz de controle do peso, complementando as estratégias de gerenciamento de peso.

O Adipogen é uma incrível associação sinérgica, segura e eficaz, de duas plantas da tradicional Medicina Ayurvédica. Extraído das folhas de Piper betle e das sementes de Dolichos biflorus, é capaz de atuar no gerenciamento de peso de maneira eficaz, reduzindo o acumulo excessivo de gordura, estimulando a lipólise e controlando o apetite.

 ↓ 3Kg em 4 semanas
triglicérides em 3x
IMC 2,37x

MECANISMO DE AÇÃO
O Adipogen apresenta uma potente ação antiadipogênica, inibindo o processo de diferenciação de pré-adipócitos em adipócitos maduros e, consequentemente, o acúmulo excessivo de gordura. Além disso, estimula a lipólise e a metabolização da gordura nos adipócitos maduros. Atua também reduzindo os níveis séricos de grelina, hormônio responsável pela fome, e aumentando os níveis de adiponectina, hormônio relacionado com o catabolismo de ácidos graxos e controle da glicemia.

adiponectina em 15,35%
grelina em 20,85%
triglicérides 3X

TESTES CLÍNICOS
Uma pesquisa randomizada, duplo-cega, placebo controlada foi realizada para avaliar a eficácia antiadipogênica do Adipogen em 50 voluntários. Foram administrados 900mg/dia do produto ou o placebo, dividido em 3 vezes ao dia, 30 minutos antes do café da manhã, almoço e jantar (300mg 3x ao dia) por 8 semanas, com avaliações nos dias 14, 28 e 56. Foram avaliados os parâmetros de peso corpóreo, altura, circunferência de quadril e cintura, sinais vitais, análises bioquímicas e hemat ológicas.

Os resultados no grupo tratado com Adipogen demonstraram uma redução de 3,11kg e 4,28kg de peso corpóreo na 4ª e 8ª semanas respectivamente, comparado com os dados iniciais.  O IMC reduziu 1,19 e 1,66kg/m2, no mesmo período. Houve uma redução de 2,4 vezes do peso corpóreo e 2,37 vezes de IMC comparado com o placebo. O grupo tratado apresentou uma redução dos níveis séricos de grelina de 20,85% e um aumento de adiponectina de 15,35% comparado com o placebo ao longo do estudo. Também se observou uma redução de 3 vezes dos níveis de triglicerídeos no grupo tratado.

A atividade antiadipogênica do Adipogen foi mensurada em cultura de células por meio de protocolo de inibição de adipogênese por fosforilação de PPARgamma MAP kinase-mediada.

O efeito lipolítico do Adipogen (mensurado por meio da exceção de glicerol) em adipócitos maduros foi significativamente maior no grupo tratado em comparação com o grupo controle, tratado com 0,1% de DMSO. Demonstrou-se então que o Adipogen é capaz de aumentar a mobilização da gordura presente nos adipócitos.

POSOLOGIA
Sugere-se a dosagem de 900mg ao dia, dividida em 3 vezes ao dia (300mg 3x/dia), preferencialmente 30 minutos antes do café da manhã, almoço e jantar. Esta dosagem pode ser alterada por profissional habilitado.


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Citrimax

Citrimax

A obesidade é um problema de saúde crescente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) relata que mais de um bilhão de adultos em todo mundo estão acima do peso e que quase 300 milhões de adultos são obesos.

A obesidade está associada a um aumento do risco de desenvolvimento de hipertensão, dislipidemia, doenças cardiovasculares, diabetes tipo II, cálculo biliar, disfunções respiratórias, osteoartrite nas articulações devido ao peso, apnéia do sono e certos tipos de câncer.

Considera-se obesidade o acúmulo excessivo de gordura corporal resultante do desiquilíbrio entre gasto energético e ingestão de calorias que acarreta prejuízos às aúde dos indivíduos.

O excesso da ingestão de calorias resulta em aumento das reservas de gordura, com aumento correspondente do peso corporal. Para cada 9,3 calorias de energia em excesso que entra no organismo, ocorre armazenamento de 1 grama de gordura. Para que ocorra redução do peso corporal, o indivíduo deve diminuir a ingestão de energia através da alimentação e aumentar o seu consumo através de exercícios físicos.

A atual epidemia da obesidade resultou na comercialização de programas e produtos para perda de peso que exploram a necessidade de perda de peso rápida, o que resulta em perda de massa magra e não perda de gordura.

Tais métodos, em longo prazo não são saudáveis e nem sustentáveis. Além disso, a perda de peso rápida perturba o equilíbrio metabólico, induzindo ao famoso efeito rebote indesejável, acaba-se ganhando o dobro de peso que perdeu. Reduções graduais do peso corporal total são mais desejáveis e reflete na distribuição saudável da massa corporal.

Citrimax inibe a produção e aumenta a queima de gordura, além de inibir o apetite, aumentando a saciedade e consequentemente diminuindo a ingestão calórica. Citrimax é comprovadamente eficaz na perda de peso. Citrimax é uma forma patenteada de ácido hidroxicitrico (HCA) ligado a cálcio e potássio.

As formas comerciais encontradas no mercado de HCA são tipicame nte disponíveis associadas apenas ao cálcio e resultam em moléculas relativamente insolúveis e de baixa biodisponibilidade.

A configuração única de duplo sal de Citrimax faz com que o ácido hidroxicitrico (HCA) seja altamente solúvel, biodisponível e eficaz.

Ações

  • Gerenciamento de peso
  • Aumenta a saciedade
  • Reduz a ingestão calórica
  • Aumenta a queima de gordura
  • Inibe a produção de gordura
  • Reduz os níveis de colesterol total e LDL
  • Reduz IMC
  • Regula os níveis de leptina

Vantagens

  • Não estimula o sistema nervoso central
  • Certificado GRAS
  • Non-GMO (Não geneticamente modificado)
  • Segurança comprovada por estudos
  • Sem sabor e odor e solúvel em água

Recomendação de uso
Citrimax é indicado de 500 a 4.500mg divididos de duas a três tomadas ao dia 60 minutos antes das principais refeições. É provado que a absorção de Citrimax é ideal com o estômago vazio.

Mecanismo de ação
HCA é um potente inibidor da enzima ATP citrato-liase, essa enzima é responsável pela quebra do citrato em oxaloacetato + acetilcoenzima A. Ao inibir a enzima ATP citrato-liase, não ocorre essa quebra, e consequentemente,

diminui a liberação da acetilcoe nzima A, substrato necessário para a produção de ácidos graxos e colesterol. A diminuição da liberação de Acetil-COA gera um aumento do glicogênio hepático, diminuindo dessa forma o apetite e o ganho de peso. O HCA também promove oxidação de ácidos graxos, aumenta a liberação de serotonina e sua disponibilidade no córtex cerebral e diminui a concentração de leptina no soro humano, sendo esta, uma proteína transcrita pelo gene da obesidade e secretada pelos adipócitos.

Via diminuição da leptina
A leptina atua no sistema nervoso central como fator de sinalização para regular a homeostase do peso corporal e o estado de reserva energética do organismo. A maioria dos indivíduos obesos apresenta níveis elevados de leptina, que não se apresenta funcional devido a uma mutação no gen que a codifica. Outra manifestação pode ser a resistência à ação da mesma, devido a uma mutação no gen que codifica seu receptor. Num caso ou no outro, ocorre aumento do neuropeptídeo Y no hipotálamo (NPY). O NPY atua aumentando o apetite e causa também hipersecreção de insulina e de glicocorticóides, com secreção subseqüente de leptina. Quando a leptina é ineficaz para reduzir a produção de NPY, um círculo vicioso se estabelece, originando um fenótipo marcado pela deposição de gordura ou obesidade, dependendo da ingestão de alimentos. Isto conduziu a sugestões de que a administração do HCA poderia inibir a lipogênese.

Via aumento da disponibilidade da serotonina
Estudos prévios realizados em córtex cerebral de ratos que utilizaram o HCA demonstraram um aumento da disponibilidade de serotonina, um neurotransmissor que atua na regulação do apetite e do comportamento alimentar. Este aumento é ocasionado pela inibição da recaptação da serotonina, atingindo dois terços do efeito da fluoxetina, após 90 minutos de atuação (Ohia et al., 2001; Ohia et al., 2002).

Via aumento do consumo energético
O HCA pode elevar o consumo de energia, em parte, aumentando o teor de glicogênio de uma maneira indireta, através de gliconeogênese hepática Consequente a uma glicólise extra-hepática.

Isso é uma das explicações apresentadas para o fato do HCA promover gliconeogênesis em fígado de roedor, pois sua administração leva a um aumento da taxa de conversão de lactato à glicose no fígado com uma diminuição subseqüente na concentração de lactato do protoplasma. Portanto, pode-se supor que esta suplementação afete o metabolismo em tecido hepático em humanos no lugar do músculo esquelético (Van Loon et al., 2000).

Via diminuição da lipogênese
O mecanismo de ação pelo qual o HCA promove a diminuição da lipogênese está relacionado com a inibição da clivagem do citrato, pela enzima ATP citrato liase. Ao inibir a clivagem o HCA impede a liberação de acetil coenzima A, substrato necessário para a síntese dos ácidos graxos, gerando um aumento do glicogênio hepático, diminuindo assim o apetite e o ganho de peso. Outra via metabólica de atuação do HCA está relacionada à redução da síntese hepática de colesterol e ácidos graxos que induz a redução da concentração plasmática de insulina, diminuindo a utilização de glicose pelos tecidos. O HCA não atua nas vias metabólicas da albumina e ácido úrico. Embora interfira com a concentração plasmática de insulina o HCA tem sido utilizada como suplemento em dieta de diabéticos, pois inibe a amilase pancreática, portanto, tem sido amplamente empregada não só como um inibidor de apetite, mas para diminuir a absorção e síntese dos triacilgliceróis e índices de glicemia.


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